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Coletes prova de balas: proteo profissional
Empresa: Taurus Blindagens

A quantidade de mortos e feridos por armas de fogo ou cortantes, utilizadas nos assaltos e roubos, tem aumentado consideravelmente, em especial as pessoas que atuam como policiais ou na vigilncia privada. Parte disto porque no esto equipados com elementos de segurana que possam proteg-los das ameaas como, por exemplo, um colete prova de balas.

O colete um equipamento imprescindvel para qualquer agente de segurana exposto pelas condies de trabalho a disparos de armas de fogo, facadas ou golpes. Pela legislao trabalhista, o colete prova de balas deveria ser considerado como Equipamento de Proteo Individual para todo e qualquer trabalhador da indstria, construo, lavouras, pois esses tm necessidade de utilizar equipamentos de segurana que o protejam contra os riscos da profisso. Para os operrios da construo necessria a utilizao de luvas, culos e capacetes para realizar certas atividades que colocam em risco sua integridade fsica. Da mesma maneira, trabalhadores da rea da segurana deveriam possuir e estar treinados para o uso de coletes prova de balas.

Lamentavelmente, no existem no Brasil estatsticas ou nmeros confiveis que demonstrem como acontecem os ferimentos nos trabalhadores da segurana. E esses parmetros so fundamentais para a correta seleo do colete a ser utilizado. Por exemplo, nos Estados Unidos, a Associao de Chefes de Policia (IACP) promove o Clube de Sobreviventes. Uma das suas atividades levantar estatsticas com os policiais que tm sobrevivido por causa da utilizao do colete prova de balas.
Se observarmos um desses estudos, poderemos ver que nos Estados Unidos, at o momento, tem-se registrado um total de 2.510 casos de policiais que sobreviveram graas utilizao de coletes. A anlise destes casos mostra que 55% ocorreram em aes contra delinqentes, enquanto os 45% restantes foram causados por acidentes de trnsito em perseguies aos mesmos.

Distribuio dos sobreviventes salvos pelo colete prova de balas (2.510 casos):

Casos ocorridos em ao contra delinqentes - 55 %:

Por armas de fogo - 32 %:
- De baixa potncia - 19%
- Mdia potncia - 9 %
- Alta potncia - 1 %
- Calibre desconhecido - 3 %
- Espingardas - 5 %
- Rifles 1 %

Por facas ou instrumentos cortantes - 13 %
Por barretes e paus - 1 %
Outros - 3 %


Casos ocorridos em acidentes - 45 %:
Com carros e caminhes - 38 %
Queda de moto - 4 %
Disparos acidentais/quedas gerais - 3 %


O que realmente importa nesse exemplo que tendo dados estatsticos podemos ter uma melhor avaliao do ocorrido e de quais so as melhores providncias para uma boa escolha do colete prova de balas a ser utilizado pelos agentes de segurana privada, civil ou militar. Por outro lado, fica demonstrado que o colete no s protege o usurio dos impactos de projteis, como tambm de fortes pancadas recebidas em acidentes de carro ou de golpes com paus ou barretes.

Tipos de coletes

Existem diversos tipos de coletes prova de balas. Os de uso militar, para utilizao dos exrcitos convencionais, so definidos para deter esqurolas ou fragmentos ocasionados pela exploso de bombas, granadas e minas. Sua forma caracteriza-se por ter uma gola alta, alm de serem compridos, justamente para manter grande parte vital do corpo protegida (j que est demonstrado que a maioria das baixas letais numa guerra convencional acontece pelo impacto de fragmentos, em especial na zona do abdmen, trax, pescoo e cabea).

Para a polcia e foras especiais, o conceito de proteo diferente, porque a ameaa a que esto expostos de um projtil de uma arma de fogo. A proteo balstica visa que o projtil no penetre no corpo. Por este motivo, a resistncia da bala um parmetro chave. A energia de impacto das balas de revlver, pistola e rifle geralmente maior que a dos fragmentos. Por isso, os coletes balsticos so desenhados levando em conta estas diferenas.

As normas utilizadas em balstica comeam com a classificao da munio em diferentes categorias de perigo. A seguir, so realizadas as provas de penetrao para certificar a proteo para essas diferentes classes. Geralmente, incluem meios de quantificar a deformao do colete contra o impacto, como uma medida do trauma que sofre o tecido vivo embaixo do colete. Este trauma pode ir desde pequenos hematomas at leses mais srias, de acordo com o peso e a velocidade do projtil utilizado. Como referncia mundial utiliza-se a norma americana NIJ (National Institute of Justice), que classifica os coletes em diferentes categorias, segundo a potncia de determinados projteis, usados como padro. No Brasil, os coletes prova de balas so controlados pelo Exrcito, que aps um exaustivo controle e teste balstico seguindo a Norma NIJ 0101.3 emite um registro para o fabricante, para ter um controle dos coletes comercializados no pas.

Analisando a norma, devemos separar os nveis em duas categorias, segundo a potncia e penetrao dos projteis. Para a construo do painel balstico destes coletes, utilizam-se tecidos de fibras especiais. O painel formado pela superposio de tecidos
ou lminas destes materiais. O nmero de lminas varia de acordo com o tipo de tecido utilizado e com o nvel (potncia) da munio da qual se quer proteger. Nos testes balsticos, para cada munio so efetuados seis disparos sobre cada painel. Quatro deles so impactos frontais e os outros dois so impactos em ngulo. Aps o primeiro impacto, medida a deformao ocasionada, determinando a profundidade deixada no bloco de massa plstica estandardizada, que simula o efeito que o impacto deixaria no corpo da dever ser menor que 44 mm. Porm, geralmente, se procura ter um trauma menor de 35 mm. Para o caso dos coletes de Nvel III, o maior, onde os projteis so de rifles ou fuzis de alta potncia, alm do painel balstico, dentro da funda do colete, do lado externo, coloca-se uma placa de cermica balstica ou de compostos especiais, com a finalidade de fragmentar o projtil e formar um cone de fratura na placa cermica, aumentando a rea de impacto sobre o painel balstico de tecidos conseguindo, desta forma, deter o projtil e manter um trauma ou deformao dentro dos 44 mm.

Miguel Angel Fulcheri
Especialista em Fibras de Alta Tecnologia e Sistemas de Qualidade
Diretor Blois Special Fibers
E-mail: pablomatiasfulch@uol.com.br



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